As Mãos que Afagam.

 As Mãos que Afegam

São minhas aquelas mãos.

As mãos que afagam o seu sono,

que segura e protege seu tombo.

 

São minhas aquelas mãos.

As mãos que apoiam seu caminho,

que acalenta seu coração,

que te dá o porto seguro,

mostrando qual é a sua direção.

 

Filho pequeno ou grande,

são minhas aquelas mãos.

Que te acolhe por onde você ande,

e se fecha em oração,

pedindo pra ti proteção.

 

São minhas aquelas mãos.

As mãos que lhe dá o pão,

são as mesmas que lhe dá correção.

Deixa-nos também na tristeza profunda,

por corrigir a nossa criação.

 

São minhas aquelas mãos.

Que a noite te abençoa,

no gesto de devoção;

pedindo a Deus criador,

sua vigília em proteção.

 

 

São minhas aquelas mãos.

Que se une a voz a trovar,

para entoar graças ao pai,

enquanto te ponho a ninar.

Agradecendo com muito amor,

por ser teu protetor.

 

São minhas aquelas mãos.

Pois se palavras um dia faltar,

são elas que vão lhe mostrar,

que por onde tu andares,

nunca vou deixa de ti amar.

 

São minhas aquelas mãos.

Que doa a ti toda segurança,

                                                    minha eterna criança.                                                         

 São minhas aquelas mãos…

Leandro Campos Alves 

Poema publicado na antologia:

Além do Olhar.

ISBN: 978-85-8290-025-3

2014.

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